domingo, 20 de janeiro de 2013
Quando Deus Decide Mudar.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Encontro Nacional - Da água para o Vinho.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Porque ainda não crescemos como sonhamos?
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Onde está o Discipulado?
segunda-feira, 5 de março de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Pastores Caçadores de Fantasmas.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Você deve desaparecer AGORA!!!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Crentes no Caldeirão Global
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Domingo 05/09 - O Mover da Comunhão.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Líderes Loucos.
terça-feira, 26 de julho de 2011
A Guerra dos Egos

A vida é transformada por sermos capazes de reconhecer que a resposta dos nossos egos nem sempre são as mais coerentes. Se vivêssemos em um mundo onde o ego de cada indivíduo ditasse as regras literalmente viveríamos o caos completo. Só há algo bom em nossa sociedade, pois os egos particulares foram supridos pelo ego comunitário. O eu comum sobrepõe o eu particular. A utopia do anarquismo demonstra o sentimento interior do ser humano de se alto governar e governar o outro pelos seus próprios preceitos, justificando suas mazelas simplesmente para não contrapor ao desejo incontrolável de sua consciência egocêntrica. Como a cozinheira que não se importa com o paladar de seus convidados, contanto que no final todos digam: que ótimo jantar. Mesmo que essa afirmação seja uma mentira. Falando nisso a mentira não é sua inimiga, ela somente é usada para não confrontar ou para não ser confrontado. É capaz de viver a sua vida baseada em mentiras, tendo inclusive amigos que a personificam, para simplesmente responder aos seus anseios obscuros.
Tudo o que de ruim acontece, ou quase tudo, encontramos a batalha dos egos. As guerras são motivadas por desejos particulares, e assim, o senso comum é ignorado para que um prevaleça sobre todos. Para que uma raça, partido, religião prevaleça sobre a minoria, ou até mesmo sobre a maioria, artimanhas diabólicas são usadas sem o temor de ferir ou denegrir o outro.
Como pastores e líderes, devemos entender que Deus não nos chamou para satisfazer os apelos de nosso ego. O nosso reino não é um reino particular, egoísta, maquiavélico ou pessoal, mas é o reino de Deus. A igreja não é minha, nem sua meu irmão, é de Deus. Os que manipulam a massa para simplesmente satisfazer seus desejos monetários ou emocionais serão apresentados diante de Deus como aqueles que fizeram da fé dos outros mercado de sobrevivência. Hoje pastoreio a igreja de Iguaba Grande, sou servo do Senhor desta igreja. Como é bom entender isso. Ela não é minha. É de Deus. Sei que enquanto for projeto de Deus estar nela continuarei colhendo frutos em abundancia, o dia que eu não estiver mais nela, sei que a obra irá continuar, pois afinal quem precisa de mim? Glória a Deus por isso! Sei que comigo ou “sem-migo”, como dizíamos em minha terra, Deus vai continuar agindo. Ilusão, amarga ilusão pensar que a igreja não sobreviverá sem você.
Tremendo é saber que é possível não anular, mas submeter o nosso ego diante do ego de Deus. Entender que é possível conviver com o diferente e saber que o diferente pode ser melhor que o seu parecer. A anarquia não é a solução, talvez nem a democracia, quem sabe a teocracia.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Vítimas da Inveja

sábado, 16 de julho de 2011
Reeleição Bispo Roberto e Bispo Paulo.
Foi uma imensa alegria ver a reeleição do bispo Paulo Lockmann e do Bispo Roberto. Deus é fiel...
sábado, 9 de julho de 2011
O Fascínio pelas Sombras

Há coisas na vida que se tornam fascinantes. Coisas simplesmente passam, coisas simplesmente fascinam. Lembro-me da velha cadeira da minha bisavó Dona Olindia. Era uma cadeira de balanço que ficava em um quarto nos fundos da casa. Quando crianças tínhamos fascínio por aquela cadeira, não por seus adornos ou pela qualidade de sua madeira, mas por causa das sombras que ela proporcionava. Nosso fascínio era provocado pelo medo. Diversas vezes eu e meu irmão e alguns primos ficávamos aterrorizados pois parecia que aquela cadeira se movimentava sozinha e quando deixávamos tudo apagado, somente com a luz que adentrava por uma pequena brecha na porta a qual servia para olharmos, um sombra “aterrorizante” se formava e parecia que tinha alguém sentado naquela velha cadeira. Passávamos um bom tempo ajoelhados ante a brecha de uma porta simplesmente para ver a tão famosa sombra. Aquela cadeira já possuía bastante tempo, era bonita, resistente, mas somente olhávamos para ela por causa do fascínio pela sombra.
Muitas vezes as sombras nos fascinam mais que as qualidades do ser “assombrado”. Será que seríamos capazes de passar horas analisando as formas esculturais das mesmas? Claro que não. O medo que as sombras nos causavam era o que nos levava a querer estar ali. O medo daquilo que é desconhecido, daquilo que é ameaçador, mas ao mesmo tempo, fascinante. Tal sentimento é reproduzido em diversos momentos em nossas vidas. Quando a sombra aparece as qualidades são aniquiladas e a curiosidade pelo proibido e desconhecido se projeta sobre as coisas que são normais. Ou seja, é normal ser bom, logo a maldade é que nos fascina. Quantas vezes nos detemos horas e horas para contemplar a maldade e não somos capazes de nos deter para simplesmente admirar o que é óbvio, mas nobre. Infelizmente buscamos a sombra na vida do ser humano, buscamos e evidenciamos, talvez isso se dá pelo medo interior de possuirmos a mesma sombra. Enquanto a sombra está no outro até me fascina a ponto de muitas vezes julgar a sombra como imperdoável, mas quando a mesma cisma em aparecer ao lado de nosso perfil o fascínio dos outros nos incomoda e sentimos a injustiça do olhar fascinado do outro. Triste constatar mas a maldade é fascinante ao ser humano. A prova disso é a maledicência diante do pecado. O mal prolifera pelos lábios com velocidade irracional, enquanto o que é bom vai a ritmo de conta gotas. Círculos são formados para falar de sombras, dificilmente para falar da cadeira. Pessoas se ajoelham diante de brechas para poder ver a sombra do perfil do outro.
O que te fascina? Sombras ou o ser humano? O que valorizamos? O que é bom, e passa por óbvio, ou o mal que envolve o desconhecido? Boas perguntas para nossa vivência. Tadinha da cadeira, nem me lembrava dela, o que me remeteu a ela foi a história da sua sombra. Que as sombras humanas não prevaleçam sobre as qualidades naturais delas. Se fascine por aquilo que é bom, e acredite, hoje em dia não é tão óbvio assim.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A Igreja precisa Mudar!

A vontade da mudança é algo presente em todas as gerações, seja no âmbito religioso, social ou econômico, sempre queremos mudar. Tal sentimento pela mudança é de extrema importância para a locomotiva da história humana, sem ela viveríamos do mesmo jeito não nos importando com as oportunidades de melhoras que nos são propostas. Viveríamos sempre a velha rotina, como diz o programa de televisão, sempre “a mesma praça e o mesmo banco”. Só não queremos melhorar quando cremos que o próximo passo será de regresso, ou seja, é impossível alcançar um passo além, logo crendo que a posição atual é perfeita o apogeu da existência. Pensando assim, é fácil entender que o fato de não querer mudar é sinônimo de uma arrogância doentia para não simplesmente dizer diabólica. Quem realmente deseja a mudança de nossa constituição? Nós! Simples cidadãos que não usufruem das bestialidades da mesma, mas quem a usufrui com certeza não anseiam pelas mudanças. Olha que emaranhado nos metemos. Porque não mudamos? Porque quem pode mudar não quer mudar. E assim caminha a humanidade. Ou poderíamos dizer: assim caminha a igreja. Muitas vezes os clamores das mudanças se cessam quando o mesmo alcança posições que lhes trazem benefícios e estes justamente pela imperfeição de nossos mecanismos estruturais. O clamor da juventude é trocado pelo clamor do pai de família que precisa alimentar e pagar o colégio de seus filhos.
A mudança é fator primordial para o crescimento, sem ela somente reciclamos o velho, e todo material ou ser reciclável um dia chegará ao ponto de se tornar inreciclável. Talvez você pense: reciclar já não é mudar? Reciclar é lidar diferente com aquilo que você já possui. O papel que reciclamos não deixará de ser papel, somente mudamos sua função, antes papel de um caderno, hoje papelão, amanhã papel higiênico. Este ciclo da reciclagem um dia culminará no fim desta matéria. O conceito da mudança para mim remete a entrada ou simplesmente criação de nova matéria, da verdadeira existência do novo. Meu clamor, que até hoje não cessou e espero que não seja oprimido, é que tenhamos algo novo. É tempo da igreja não ter medo de mudar. Já é provado que nossa igreja ficou para traz em comparação a tantas outras, somos meros coadjuvantes no grande espetáculo da manifestação da igreja em nosso país principalmente. Do jeito que somos e do tamanho que somos podemos incomodar, mas não realmente mudar. É tempo de crescermos não com estratégias pseudo religiosas, mas quem sabe mudarmos nossas estruturas, nossa educação teológica, nossa formação pastoral, aprimorar o governo episcopal, nossa administração, enfim temos muitas áreas que precisam de mudanças. Não quero de maneira alguma depreciar o que já temos, mas passou. Quem tem medo de mudar é ultrapassado por aqueles que simplesmente mudaram. Pense, se um carro de formula 1 disputasse com os carros atuais da mesma categoria? Seria cômico. Não quero dizer que como igreja estamos em uma corrida em oposição as outras denominações, mas falo da corrida para conquistar bairros, cidades e países para o Senhor Jesus. Eu anseio que a minha igreja participe desta corrida não como aquele que serve simplesmente para formar o grid, mas aquele que luta pelo menos pelo pódio.
Vamos mudar! No último concílio mudamos algumas coisas. Não vamos retroceder. Vamos avançar. A reestruturação regional é algo grande, mas ouso em dizer que nos trará elementos novos. A multiplicação da primeira região em sub regiões é algo necessário o bispo Paulo Lockmann não é super herói para conseguir dar conta de tantas situações em uma região grande como a nossa, verdadeiramente ele precisa de ajuda. Creio que é tempo de cada região eleger seu próprio bispo, e o bispo voltar a ter a liberdade de escolher seus sds. Chega de encararmos o episcopado como título devemos entendê-lo como ministério. Bispo emérito? O que é isso? Já que o episcopado é um ministério não é necessário títulos que na verdade são somente ilustrativos. Completo então minha pergunta: Para que isso? Os mesmos já são honrados, pois assim o devem ser, pelos frutos que deram em suas respectivas regiões, essa sim é a honra devida e merecida, e com certeza, maior que qualquer título. Poderia enumerar diversas mudanças que anseio, não sou louco em achar que minhas premissas são absolutas, graças a Deus não tenho essa responsabilidade. Terminho esse texto simplesmente repetindo o que já foi por mim citado: quem não muda é ultrapassado por aqueles que simplesmente decidiram mudar.








